sexta-feira, 14 de outubro de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
De onde veio a vida?
Criação Inteligente ou Evolução Humana?

Em 1967, astrônomos ficaram maravilhados ao descobrir pulsações de rádio vindas do espaço. “Nosso primeiro pensamento”, disseram, “era que aquilo seria uma outra raça inteligente tentando se comunicar conosco”. Eles chamaram os sinais de “PHV” – Pequenos Homens Verdes.
Mas o que eles tinham descoberto era um pulsar, uma estrela rotatória que imita uma onda de rádio.
Como os cientistas podem dizer se uma coisa está vindo de uma fonte inteligente ou natural? Quando você pensa sobre isso, esta é a pergunta no cerne do debate criação X evolução: Como podemos dizer se a vida se gerou por causas naturais ou se foi criada por um ser inteligente?
Pensemos por um momento sobre algumas analogias. Imagine que estamos viajando pela Dakota do Sul, nos EUA, e vemos uma montanha com os rostos de quatro presidentes esculpidos nela. Imediatamente reconhecemos o trabalho de um agente inteligente. Ninguém diria que o Monte Rushmore é um fenômeno natural. Ou então imagine encontrar uma placa de sinalização ao lado de um córrego. Ninguém atribuiria sua forma à erosão da água.
Essa habilidade de distinguir trabalho humano de produtos da natureza é crucial para a arqueologia. Cavando a terra da Mesopotâmia, o arqueólogo tem que decidir se o seu achado é um pedaço de pedra ou um pedaço de barro quebrado.
É verdade que o mundo físico pode produzir um padrão regular, como as ondulações na areia da praia ou as pulsações de rádio que enganaram os astrônomos, levando-os a pensar que tinham achado Pequenos Homens Verdes, mas o que a natureza não pode sozinha produzir é complexidade.
Imagine que estamos andando ao longo de uma praia e encontramos algumas palavras escritas na areia: “João ama Maria”. Imediatamente reconhecemos um nível diferente de ordem das ondulações ao redor – o que os cientistas chamam de complexidade. Ou imagine que estamos olhando para o céu e vemos alguma coisa que tem aparência fofa e branca como uma nuvem, mas que soletra as palavras “Beba Coca Cola”. Sem nenhuma dúvida concluímos que essa não é uma nuvem comum, e começamos a olhar ao redor em busca de um piloto de avião escrevendo coisas no céu.
Veja só: experiências comuns de todo dia nos dão uma boa idéia de coisas que a natureza é capaz de criar por si mesma e coisas que só podem ser criadas por uma fonte inteligente.
Então o que isso nos diz sobre a origem da vida?
No âmago da vida está a molécula de DNA. Geneticistas nos dizem que a estrutura do DNA é idêntica a uma língua. Ela age como um código – um sistema de comunicação molecular dentro de uma célula.
Em outras palavras, quando os geneticistas testaram o núcleo da célula eles encontraram algo análogo a “João ama Maria” e “Beba Coca Cola”.
É claro que o DNA contém muito mais informações que essas frases simples. A molécula padrão de DNA contém tanta informação quanto uma biblioteca pública. Então se “João ama Maria” teve que ser escrito por um ser inteligente, quanto mais um código de DNA?
Você não tem de ter um conhecimento sofisticado de química e genética para responder aos desafios da evolução. Baseado na experiência comum (tudo que é científico deve, acima de tudo, basear-se na experiência), você pode dizer como argumento que a vida foi criada por um agente inteligente.
Fonte: http://www.suaescolha.com/existencia/criacao/criacao/
De onde veio a vida?
Em 1967, astrônomos ficaram maravilhados ao descobrir pulsações de rádio vindas do espaço. “Nosso primeiro pensamento”, disseram, “era que aquilo seria uma outra raça inteligente tentando se comunicar conosco”. Eles chamaram os sinais de “PHV” – Pequenos Homens Verdes.
Mas o que eles tinham descoberto era um pulsar, uma estrela rotatória que imita uma onda de rádio.
Como os cientistas podem dizer se uma coisa está vindo de uma fonte inteligente ou natural? Quando você pensa sobre isso, esta é a pergunta no cerne do debate criação X evolução: Como podemos dizer se a vida se gerou por causas naturais ou se foi criada por um ser inteligente?
Pensemos por um momento sobre algumas analogias. Imagine que estamos viajando pela Dakota do Sul, nos EUA, e vemos uma montanha com os rostos de quatro presidentes esculpidos nela. Imediatamente reconhecemos o trabalho de um agente inteligente. Ninguém diria que o Monte Rushmore é um fenômeno natural. Ou então imagine encontrar uma placa de sinalização ao lado de um córrego. Ninguém atribuiria sua forma à erosão da água.
Essa habilidade de distinguir trabalho humano de produtos da natureza é crucial para a arqueologia. Cavando a terra da Mesopotâmia, o arqueólogo tem que decidir se o seu achado é um pedaço de pedra ou um pedaço de barro quebrado.
É verdade que o mundo físico pode produzir um padrão regular, como as ondulações na areia da praia ou as pulsações de rádio que enganaram os astrônomos, levando-os a pensar que tinham achado Pequenos Homens Verdes, mas o que a natureza não pode sozinha produzir é complexidade.
Imagine que estamos andando ao longo de uma praia e encontramos algumas palavras escritas na areia: “João ama Maria”. Imediatamente reconhecemos um nível diferente de ordem das ondulações ao redor – o que os cientistas chamam de complexidade. Ou imagine que estamos olhando para o céu e vemos alguma coisa que tem aparência fofa e branca como uma nuvem, mas que soletra as palavras “Beba Coca Cola”. Sem nenhuma dúvida concluímos que essa não é uma nuvem comum, e começamos a olhar ao redor em busca de um piloto de avião escrevendo coisas no céu.
Veja só: experiências comuns de todo dia nos dão uma boa idéia de coisas que a natureza é capaz de criar por si mesma e coisas que só podem ser criadas por uma fonte inteligente.
Então o que isso nos diz sobre a origem da vida?
No âmago da vida está a molécula de DNA. Geneticistas nos dizem que a estrutura do DNA é idêntica a uma língua. Ela age como um código – um sistema de comunicação molecular dentro de uma célula.
Em outras palavras, quando os geneticistas testaram o núcleo da célula eles encontraram algo análogo a “João ama Maria” e “Beba Coca Cola”.
É claro que o DNA contém muito mais informações que essas frases simples. A molécula padrão de DNA contém tanta informação quanto uma biblioteca pública. Então se “João ama Maria” teve que ser escrito por um ser inteligente, quanto mais um código de DNA?
Você não tem de ter um conhecimento sofisticado de química e genética para responder aos desafios da evolução. Baseado na experiência comum (tudo que é científico deve, acima de tudo, basear-se na experiência), você pode dizer como argumento que a vida foi criada por um agente inteligente.
Fonte: http://www.suaescolha.com/existencia/criacao/criacao/
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Como estudar?
Como estudar:
Como estudar? Como proceder de modo a reter o conteúdo estudado? Que fazer quando, após várias horas de estudo, tem-se a sensação de que nada foi aprendido? Estas são questões que povoam a mente do estudante e que sempre o preocupam. Embora não exista um processo único e definitivo que dê bons resultados para todos, alguns procedimentos são, sem dúvida, benéficos. O presente trabalho apresenta alguns deles.
Interesse:
A primeira condição para um bom aprendizado é o INTERESSE.
Não duvide: aprendizado sem um mínimo de interesse não existe!
Torna-se esforço cansativo e inútil.
Não duvide: aprendizado sem um mínimo de interesse não existe!
Torna-se esforço cansativo e inútil.
O meio ambiente
O local onde se estuda é importante. Algumas condições desejáveis para o local bem como acerca da postura do estudante são:·
a) Procure um local tranqüilo e isolado, livre de ruídos e de trânsito de pessoas. Essas condições vão favorecer sua concentração.
b) Evite estudar com rádio ou CD ligados. Nossa atenção tende a se fixar naquilo que é mais interessante, mais "light".
c) Combine com seus amigos os horários para o "papinho" ao telefone. Evite estudar perto do telefone e desligue o seu celular enquanto estuda. nada é mais exigente e autoritário que o som de uma chamada telefônica!
d) Evite estudar deitado. O sono vem e o trabalho se perde.
e) Mantenha na mesa de estudos todo o material a ser usado mas somente o necessário para aquele período.
O período de estudo
a) Elabore um horário e siga-o. Ao elaborar o horário, dê preferência às matérias cujas aulas foram ou serão dadas naquele dia. Elabore, um horário de estudo de uma semana, colocando primeiro todos os blocos de atividade fixa que você tenha (horários de trabalho, por exemplo) para um candidato à Medicina e que freqüenta as aulas do turno da manhã. Adapte-o às suas necessidades e preferências.
O método b) Estude por um período de, no máximo, 1 hora e meia, com intervalos de 10 a 15 minutos.
a) Comece por uma leitura geral de todo o assunto a ser estudado. vá direto até ao fim; não se detenha em detalhes. Nessa fase você está "esquentando o motor".
b) É evidente que a extensão da matéria a ser estudada não pode ser demasiadamente longa.
c) Volte a ler, desta vez, separando as idéias principais de cada parágrafo. Sublinhe os trechos mais importantes. procure o significado de cada termo ou de cada palavra desconhecida.
d) Faça um resumo escrito do conteúdo, usando frases curtas e objetivas.
e) Procure relacionar o conhecimento novo ao já adquirido anteriormente.
f) Faça a si próprio a pergunta: "que significa isso?". Se houver dúvida, volte a estudar, esclarecendo conceitos que ainda lhe parecem obscuros.
g) Terminada essa fase, passe à resolução de questões envolvendo o conteúdo estudado. Caso não consiga resolver algum, pode ser porque alguns aspectos do conteúdo não ficaram claros ou porque não estão totalmente compreendidos. Volte e faça uma revisão.
h) Lembre-se: bons resultados podem ser conseguidos com uma pequena dose de inspiração, mas apenas 10%; os outros 90% são de transpiração, trabalho e, sobretudo, perseverança.
domingo, 17 de abril de 2011
Quantos Evangélicos há no Brasil?
Quantos Evangélicos há no Brasil?
Clique aqui para fazer download da apresentação completa em Powerpoint ppt (483 KB)
Nota: No Powerpoint vá em "Exibir/Anotações" para ler o roteiro dos slides.
Nota: No Powerpoint vá em "Exibir/Anotações" para ler o roteiro dos slides.
Fonte: IBGE
Análise e Gráficos: SEPAL Pesquisas
Análise e Gráficos: SEPAL Pesquisas
Fontes de Dados: O IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é uma fonte confiável de dados sobre a população evangélica devido às suas boas pesquisas. Durante a década de 90, importantes estudos acadêmicos e sociológicos que confirmam a validade dos dados do IBGE, foram publicados pelo ISER, Instituto de Estudos da Religião, do Rio de Janeiro e pelo Departamento de Sociologia da USP em São Paulo.
Temos que reconhecer que os dados do Censo não respondem a todas as perguntas. Por exemplo, quais grupos étnicos já foram alcançados com o Evangelho e quais não? Quantas igrejas locais já foram implantadas e onde se localizam? Porém, enquanto a Igreja brasileira se organiza para fazer sua própria pesquisa, muitas conclusões e observações podem ser feitas com base nos dados já existentes que ajudam a estabelecer alvos e planejar o trabalho na obra de alcançar o nosso Brasil com o Evangelho de Jesus Cristo.
Nos últimos anos, a Sepal Pesquisas e o Projeto Brasil 2010 levantaram informações em algumas cidades brasileiras. Visite o site www.brasil2010.org para ler os relatórios.
As informações a seguir foram baseadas nos dados do IBGE dos Censos de 1980, 1991 e 2000. Para pesquisar pessoalmente os dados sobre os grupos religiosos do Brasil, você pode visitar a página do IBGE na Internet (www.sidra.ibge.gov.br).
O Crescimento da Igreja Evangélica no Brasil:
Agradecemos a Deus pelo extraordinário crescimento que Ele tem dado à Igreja Evangélica no Brasil! A Igreja cresceu mais que o dobro do ritmo da população durante mais de 20 anos. De 1970 até 1980 a Igreja cresceu 5,06% ao ano enquanto a população cresceu 2,48% ao ano. De 1980 a 1991, este crescimento continuou numa taxa semelhante, apesar do crescimento da população diminuir um pouco (5,18% ao ano - Igreja e 1,93% ao ano - população). De 1991 a 2000, a diferença entre o crescimento da população e o crescimento dos evangélicos aumentou; o crescimento dos evangélicos chegou a superar em quatro vezes o crescimento da população do país (7,43% ao ano - Igreja e 1,63% ao ano – população).Este gráfico mostra o crescimento dos evangélicos e da população no Brasil de 1980 a 1991 e de 1991 a 2000. Como pode perceber, existem variações regionais, mas o país como um todo tem mostrado pouca mudança no seu ritmo de crescimento durante este longo período. Também pode ser notado que o ritmo de crescimento da Igreja aumentou em todas as regiões.
O Tamanho da Igreja Evangélica Brasileira:
E se o crescimento continuar neste ritmo, a igreja evangélica do Brasil alcançará 50% da população no ano 2022.
Este mapa mostra a taxa de crescimento anual dos evangélicos obtida nos Censos de 1991 e 2000, em cada estado do país. O Estado de Roraima tem a taxa de crescimento (TCA) maior do que qualquer outro estado, 13,41%. O Rio Grande do Sul se destaca como o estado com a menor taxa de crescimento (TCA) do país, 3,15%.
Em toda a região Sul o crescimento dos evangélicos foi somente 4,32% comparado com um crescimento geral do país de 7,43%.
Oremos pela Igreja dessa região e louvemos a Deus pelo crescimento saudável da Igreja Evangélica Brasileira em taxas quatro vezes maiores que a taxa de crescimento da população durante a última década.
Comparando-se as regiões do Brasil, a região Nordeste tem a menor porcentagem de evangélicos do país. Oremos pela Região Nordeste.
Para 2005, este seria o mapa da porcentagem de evangélicos na população em cada estado do Brasil usando uma projeção baseada no crescimento verificado entre 1991 e 2000. Observamos 4 estados com médias acima de 30%.
Nota-se que a região Nordeste continua sendo a região com menores índices e o estado do Piauí o único com índice inferior a 10% de evangélicos.
CONCLUSÃO
Temos muitos motivos para louvar ao Senhor, e também muito trabalho ainda para fazer.
Se você precisar dos nomes desses municípios ou mais informações relacionadas a esta pesquisa, entre em contato com:
Sepal - Departamento de Pesquisas
F: 11 5523-2544
pesquisas@sepal.org.brQuantos Evangélicos há no Brasil?
http://www.pesquisas.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=23:quantos-evangelicos-ha-no-brasil&catid=10:brasil
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Introdução
Este Blog foi criado para ser divulgado os mais variados temas da sociedade. Tais como: Notícias do Brasil e do mundo, esportes, política, atualiadades, entre outros.
Que todos possam opinar respeitando sempre a visão do outro.
Que possamos ter um bom relacionamento!
Que todos possam opinar respeitando sempre a visão do outro.
Que possamos ter um bom relacionamento!
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